O comandante do Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar), tenente-coronel Paulo Henrique Azevedo, estima que mais da metade do Complexo do Alemão já foi vistoriado e que agora começa a articulação com a comunidade. O chefe do Batalhão admitiu que recebeu reclamações dos moradores sobre a revista das casas. "Mas se não fizer isso não adianta nada. Nenhum criminoso vai abrir a porta para a polícia".
Ele pediu que os moradores deixem as chaves de casa com os vizinhos se forem sair. "Os primeiros momentos são sempre tensos, inclusive para o policial".
Para ele, a operação está sendo desgastante “mas está felizes porque se trata de "uma realização profissional”. O comandante disse que, se a implantação da UPP (Unidade Policia Pacificadora) no Alemão ficar sob responsabilidade do Bope, ele vai chamar a comunidade para deixar bem claras as ações da polícia.
Durante entrevista no Complexo do Alemão, ontem, o comandante do Bope contou que já teve experiências, durante outras ações do Batalhão, onde encontrou pessoas de bem, em igrejas e creches, que foram forçadas a guardar material de criminosos.
Ele pediu que os moradores deixem as chaves de casa com os vizinhos se forem sair. "Os primeiros momentos são sempre tensos, inclusive para o policial".
Durante entrevista no Complexo do Alemão, ontem, o comandante do Bope contou que já teve experiências, durante outras ações do Batalhão, onde encontrou pessoas de bem, em igrejas e creches, que foram forçadas a guardar material de criminosos.
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