Choveu forte durante toda a madrugada desta terça-feira (dia 23) em Belo Horizonte e na região metropolitana da capital mineira. No início da manhã, aproximadamente 40 pessoas tiveram de ser resgatadas de um ônibus que ficou preso em um alagamento. Os homens do Corpo de bombeiros usaram botes, boias e um helicóptero para o resgate dos passageiros. O veículo ficou região norte da capital mineira, uma das áreas mais afetadas.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, o homem que morreu durante a madrugada ainda não foi identificado, mas tem idade aproximada de 38 anos e morreu por afogamento na região nordeste da cidade, após a casa em que morava ter sido invadida pela enxurrada provocada pela tempestade.
Além da morte, os bombeiros atenderam várias ocorrências relativas a inundação, quedas de árvores e desabamentos de imóveis e carros arrastados pela correnteza.
Uma das vias mais importantes de Belo Horizonte, teve parte da pista inundada, nos dois sentidos, também na região norte da capital, o que deixou também alguns moradores do local ilhados dentro das casas. Motoristas enfrentaram trafego caótico durante a manhã de hoje em várias regiões da cidade em razão da chuva.
Segundo o meteorologista do Centro de Meteorologia Minastempo, choveu 146 mm em seis horas, o equivalente a 64% da chuva esperada para todo o mês de novembro. Ainda segundo ele, não há previsão de chuvas intensas para o restante do dia e até sexta-feira (dia 26) deve chover moderadamente na região.
Deslizamentos
Os bombeiros socorreram três pessoas soterradas, entre as vítimas estava uma criança de 8 anos. A casa onde estavam foi atingida por um deslizamento de terra e as vítimas ficaram sob os escombros. O acidente foi no bairro Ouro Preto, região da Pampulha, em Belo Horizonte. Outras casas foram interdidas na mesma rua. Ainda não há boletim sobre o estado de saúde dos resgatados. Segundo a Fhemig (Fundação Hospitalar de Minas Gerais) as vítimas do soterramento tiveram pequenas escoriações e estão muito assustadas com o acidente. Mas não correm risco de morrer.
Também houve falta de energia em vários pontos da capital mineira, mas, segundo a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), foram casos isolados.
A defesa civil de Belo Horizonte disse que foram registradas 95 chamadas desde a meia noite. A maioria era de pessoas relatando risco de inundação e informando a existência de infiltrações e trincas em imóveis.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Menina morre afogada em máquina de lavar
Uma garota de 10 anos morreu afogada após cair na máquina de lavar roupas de sua casa na Vila Sílvia, na Zona Leste de São Paulo. Ela foi encontrada pelo padrasto com a cabeça e o tronco dentro da lavadora e as pernas para fora. O caso foi registrado como morte suspeita. A Polícia Civil solicitou perícia para apurar como ocorreu a morte.
Na casa moravam padrasto, mãe e a menina. A criança estava sob a responsabilidade do padrasto que já admitiu ter 'tirado um cochilo” na sala, deixando a garota sozinha. Ele afirmou à Polícia Civil que dormia no sofá da casa no momento em que a garota caiu na máquina. Ao acordar, estranhou o silêncio, procurou a menina no quarto e encontrou seu corpo na máquina de lavar, onde disse ter tentado “desesperadamente” salvá-la. Disse que não conseguiu puxá-la e teria saído desesperado.
Na casa moravam padrasto, mãe e a menina. A criança estava sob a responsabilidade do padrasto que já admitiu ter 'tirado um cochilo” na sala, deixando a garota sozinha. Ele afirmou à Polícia Civil que dormia no sofá da casa no momento em que a garota caiu na máquina. Ao acordar, estranhou o silêncio, procurou a menina no quarto e encontrou seu corpo na máquina de lavar, onde disse ter tentado “desesperadamente” salvá-la. Disse que não conseguiu puxá-la e teria saído desesperado.
A garota de 10 anos “subiu em um banquinho” e se debruçou na máquina. Segundo o padrasto, ela estava presa, só com pernas para fora quando chamou a polícia militar. A equipe de socorro tentou ainda reanimá-la, sem sucesso. Então decidiram levá-la para um hospital, onde foi constatado que a morte da garota. Para a polícia, a causa da morte foi afogamento.
Ataques causam novas mortes no Rio
Mais um ataque criminoso na tarde desta terça-feira no Rio de Janeiro deixou um jovem de 18 anos morto e duas pessoas feridas (entre elas uma criança de 11 anos), em frente a um posto do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), na rua Edgar Romero, no bairro Madureira, zona norte da cidade.
Dois homens armados teriam efetuado os disparos na direção do jovem de 18 anos, que morreu no local, segundo a Polícia Militar. Os dois outros feridos foram levados para o hospital estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, e para UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Irajá, na zona norte também. Ainda não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.
De acordo com a Polícia Civil, o jovem falecido era morador de Inhaúma e tinha ido ao posto do Detran para renovar a carteira de identidade. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios do Rio. A polícia não confirma que o caso possa ter relação com a série de atentados criminosos que assustam moradores nos últimos dias.
Porém no início da manhã desta terça-feira, mais duas pessoas morreram e uma ficou ferida após um carro ser atingido por tiros na avenida Washington Luís, na altura de Duque de Caxias, Baixada Fluminense. Em Araruama, região dos Lagos, dois PMs foram mortos ontem à noite. Nos dois casos, a polícia investiga a possível ligação entre com os recentes ataques.
REAÇÃO
A Polícia Militar iniciou hoje uma operação simultânea em ao menos 17 favelas para tentar conter a onda de violência que assola a 'cidade maravilhosa. Em nota, a corporação informou que está com o efetivo de todos os batalhões da região metropolitana nas favelas, além de policiamento ostensivo nas ruas.
Houve tiroteio no início das ações, e um suspeito foi morto na favela de Mandela 1, em Manguinhos (zona norte).
Dois homens armados teriam efetuado os disparos na direção do jovem de 18 anos, que morreu no local, segundo a Polícia Militar. Os dois outros feridos foram levados para o hospital estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, e para UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Irajá, na zona norte também. Ainda não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.
De acordo com a Polícia Civil, o jovem falecido era morador de Inhaúma e tinha ido ao posto do Detran para renovar a carteira de identidade. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios do Rio. A polícia não confirma que o caso possa ter relação com a série de atentados criminosos que assustam moradores nos últimos dias.
Porém no início da manhã desta terça-feira, mais duas pessoas morreram e uma ficou ferida após um carro ser atingido por tiros na avenida Washington Luís, na altura de Duque de Caxias, Baixada Fluminense. Em Araruama, região dos Lagos, dois PMs foram mortos ontem à noite. Nos dois casos, a polícia investiga a possível ligação entre com os recentes ataques.
REAÇÃO
A Polícia Militar iniciou hoje uma operação simultânea em ao menos 17 favelas para tentar conter a onda de violência que assola a 'cidade maravilhosa. Em nota, a corporação informou que está com o efetivo de todos os batalhões da região metropolitana nas favelas, além de policiamento ostensivo nas ruas.
Houve tiroteio no início das ações, e um suspeito foi morto na favela de Mandela 1, em Manguinhos (zona norte).
As corporações criminosas estão mostrando o seu poder. O chamado "Estado Paralelo" governa o Rio. Enquanto não forem tomadas medidas eficazes o situação não se alterará.
Fica um questionamento: será que estão esperando o início da Copa do Mundo de 2014 para buscarem uma solução para esse problema?
Fica um questionamento: será que estão esperando o início da Copa do Mundo de 2014 para buscarem uma solução para esse problema?
“Se pudesse se encontrar com a presidente Dilma por apenas cinco minutos, o que pediria a ela para você mesmo?”
Esta foi uma das perguntas feita aos brasileiros durante pesquisa realizada pelo Ibope a pedido do Movimento Carta de um Brasileiro. O resultado indica que geração de empregos e melhorias na área de Saúde lideram as necessidades da população.
O levantamento ouviu maiores de 16 anos, de todas as classes sociais, entre 15 e 18 de outubro, em 140 municípios do País.
Dos 2002 entrevistados, 56% pediriam melhorias na Saúde (construção de hospitais, contratação de médicos, diminuição de filas, entre outros), 49% mais empregos, 41% melhorias em segurança pública (mais policiamento, compra de equipamentos mais modernos, capacitação de policiais) e 40% pediriam para melhorar a educação (qualidade do ensino e nível dos professores).
Outros 31% pediriam a construção de mais creches, escolas e faculdades, e 30% defenderiam o investimento em moradia.
Entre as primeiras menções feitas pelos entrevistados, a geração de empregos lidera com folga (36% das respostas), seguido de melhorias na Saúde (11%), na Educação (10%) e investimentos em habitação (10%).
O Movimento Carta de um Brasileiro organizará uma marcha para Brasília no dia da posse de Dilma Rousseff (1º de janeiro de 2011). No ato, os manifestantes irão entregar o documento com os principais pedidos coletados na pesquisa.
O levantamento ouviu maiores de 16 anos, de todas as classes sociais, entre 15 e 18 de outubro, em 140 municípios do País.
Dos 2002 entrevistados, 56% pediriam melhorias na Saúde (construção de hospitais, contratação de médicos, diminuição de filas, entre outros), 49% mais empregos, 41% melhorias em segurança pública (mais policiamento, compra de equipamentos mais modernos, capacitação de policiais) e 40% pediriam para melhorar a educação (qualidade do ensino e nível dos professores).
Outros 31% pediriam a construção de mais creches, escolas e faculdades, e 30% defenderiam o investimento em moradia.
Entre as primeiras menções feitas pelos entrevistados, a geração de empregos lidera com folga (36% das respostas), seguido de melhorias na Saúde (11%), na Educação (10%) e investimentos em habitação (10%).
O Movimento Carta de um Brasileiro organizará uma marcha para Brasília no dia da posse de Dilma Rousseff (1º de janeiro de 2011). No ato, os manifestantes irão entregar o documento com os principais pedidos coletados na pesquisa.
Médico Roger Abdelmassih é condenado a mais de 200 anos de prisão
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| Médico condenado a 278 anos de prisão |
Porém, na tarde desta terça-feira o médico foi condenado a 278 anos de prisão. O acusado pretende recorrer da sentença, proferida por uma juíza, e assim continuar em liberdade.
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| Ex-clínica do 'médico' condenado |
O caso foi denunciado pela primeira vez ao Ministério Público em abril de 2008, por uma ex-funcionária do médico. Posteriormente, diversas pacientes com idades entre 30 e 40 anos disseram ter sido molestadas por ele dentro da clínica.
O advogado que defende Abdelmassih disse respeitar a decisão da magistrada porém afirma que a mesma teria desprezado provas favoráveis que existiam no processo, como os 170 depoimentos prestados em favor de seu cliente feitos por ex-pacientes e por seus maridos, e que o médico sempre negou todas as acusações. Ele pretende recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo para reverter a decisão.
Pela lei brasileira o tempo máximo de detenção é de 30 anos, apesar do médico ter sido condenado a 278 anos de prisão![]() |
| Uma das vítimas do 'médico/monstro' |
Em agosto de 2008, Abdelmassih foi intimado pelo Ministério Público a depor, mas não compareceu. Mesmo assim, o órgão ofereceu denúncia à Justiça, recusada pela juíza que entendia que a investigação era atribuição exclusiva da polícia.
Um inquérito foi aberto pela polícia, mas desapareceu do Departamento de Inquéritos Policiais em novembro de 2008. Ele foi encontrado um mês depois, possibilitando o reinício das investigações.
Em junho do ano passado, Abdelmassih foi indiciado pela polícia. Na época, a defesa de Abdelmassih afirmou que ele teve seu direito de defesa cerceado e que a Polícia Civil descumpriu a determinação do Supremo.
Segundo um dos advogados do médico, na época a polícia antecipou o depoimento sem maiores explicações, antes que a defesa pudesse ter acesso às acusações.
Em agosto de 2009, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) abriu 51 processos éticos contra o médico. Os conselheiros do órgão avaliaram as denúncias como pertinentes e decidiram pela abertura dos processos. A pena máxima é a cassação do diploma.
Formalmente, Abdelmassih foi acusado de estupro contra 39 ex-pacientes, mas como algumas relataram mais de um crime, há 56 acusações contra ele. Desde que foi acusado pela primeira vez, Abdelmassih negou por diversas vezes ter praticado crimes sexuais contra ex-pacientes. Abdelmassih também chegou a afirmar que as mulheres que o acusam podem ter sofrido alucinações provocadas pelo anestésico propofol, usado durante o tratamento de fertilização in vitro. De acordo com ele, as pacientes poderiam "acordar e imaginar coisas".
Segundo sua defesa, o médico nunca fica sozinho com suas pacientes na clínica, estando sempre acompanhado por uma enfermeira.
Ah tá!?...
Como começou a nova onda de ataques no Rio
A população da cidade do Rio de Janeiro está praticamente acuada desde domingo quando criminosos atearam fogo em dois carros na Linha Vermelha, depois de assaltar os motoristas, sendo que um carro da aeronáutica foi metralhado na ação. Já na noite, na Via Dutra, na altura da Pavuna, dois carros foram roubados e uma vítima foi baleada. Ainda houveram arrastões nos bairros Laranjeiras e na Lagoa, na Zona Sul.
Na segunda-feira (dia 22), motoristas de dois carros e uma van tiveram seus veículos incendiados no Trevo das Margaridas, em Irajá. Próximo dali, na Rua Monsenhor Félix, no mesmo bairro, uma cabine da PM foi baleada. Ninguém ficou ferido.
À noite, suspeitos atiraram contra policiais na Avenida Dom Hélder Câmara, em Del Castilho, no subúrbio, atingindo a cabine da PM e um carro que estava estacionado perto. Também no subúrbio, na Via Dutra, dois carros foram queimados na altura da Pavuna, próximo ao local do episódio de domingo, e outros dois veículos foram roubados. Na Zona Norte, outros dois carros foram incendiados, um no Estácio e outro na Tijuca.
Na manhã desta terça-feira (dia 23), mais um carro apareceu queimado, desta vez na Praça da Bandeira, na Zona Norte. Segundo policiais da 18ª DP (Praça da Bandeira), o proprietário contou que encontrou o carro pegando fogo e acredita que tenha sido um ataque. Peritos foram ao local para verificar o que ocorreu.
Ação conjunta das polícias Civil e Militar tenta acabar com ataques no Rio
Na manhã desta terça-feira, cerca de 70 homens da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), com o apoio de delegacias especializadas, como Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e a Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae), por exemplo, participaram de uma operação conjunta na favela de Manguinhos, no subúrbio do Rio.
O principal objetivo da ação é prender os responsáveis pelos ataques que vem assustando a população desde o último domingo (dia 21), segundo informações de alguns agentes da Core.
Além de policiamento ostensivo nas ruas e ainda há um efetivo de pelo menos 13 batalhões espalhados em mais de 20 favelas. Quem coordena as ações da PM é coronel comandante do 1º Comando de Policiamento de Área (CPA) em uma base montada no 22º BPM (Maré), próximo à Linha Vermelha. Segundo ele foram apreendidos, na ação policial desta manhã, 50 quilos de maconha, crack, granada, 2 mil sacolés de cocaína e um homem, que estava com uma pistola morreu em confronto com os policiais, e um outro foi preso.
Além da reunião da Polícia Civil, outros representantes da Polícia Militar, Secretaria de Segurança Pública e da própria Civil, estão reunidos no 22° BPM (Maré). Segundo informações iniciais, lá teria sido montada uma base para que também fossem discutidas estratégias contra os ataques.
Já a Polícia Militar faz operação nas comunidades Varginha e Mandela, que também ficam em Manguinhos, e na vizinha favela do Jacarezinho, no subúrbio do Rio. De acordo com o comandante do 22º BPM (Maré), tenente-coronel além de policiais da Maré também estão na operação policiais do 17º BPM (Ilha do Governador).
Oito homens são presos por supeita de ataques no Rio
Oito pessoas supeitas de participar ou comandar os ataques no Rio de Janeiro foram presas, sendo quatro no bairro de Copacabana e as outras quatro na Baixada Fluminense. Em apenas 48 horas nove ataques foram registrados na Região Metropolitana carioca.
Ainda hoje (terça-feira) o chefe da Polícia Civil irá se reunir com os delegados de algumas delegacias especializadas para definir estratégias contra novos ataques no Rio. Segundo a polícia, na reunião, serão discutidas medidas que a Polícia Civil pretende adotar em relação aos recorrentes crimes que aconteceram nos últimos dias na 'cidade maravilhosa'.
O Relações Públicas da Polícia Militar (PM) afirmou na manhã desta terça-feira (dia 23) que ao todo onze pessoas foram presas desde a última segunda-feira (dia 22), mas que somente oito delas estariam ligadas aos ataques que aconteceram nas últimas 48 horas no Rio.
As quatro pessoas presas em Copacabana, na Zona Sul do Rio, estariam tentando jogar uma bomba embaixo de um carro, segundo a PM. Já em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, policiais encontraram um carro roubado e quatro litros de combustível. No veículo, estavam quatro homens que foram detidos.
A PM informou ainda que policiais que trabalham nas áreas administrativas também estão nas ruas para auxiliar o patrulhamento.Ainda hoje (terça-feira) o chefe da Polícia Civil irá se reunir com os delegados de algumas delegacias especializadas para definir estratégias contra novos ataques no Rio. Segundo a polícia, na reunião, serão discutidas medidas que a Polícia Civil pretende adotar em relação aos recorrentes crimes que aconteceram nos últimos dias na 'cidade maravilhosa'.
No subúrbio do Rio mais uma cabine da PM é atacada por criminosos
Na noite desta segunda-feira (dia 22) mais uma cabine da Polícia Militar foi atacada no Rio de Janeiro, na Avenida Dom Hélder Câmara, na altura de Del Castilhos, no subúrbio da cidade.
O crime aconteceu perto de um shopping e de um dos acessos à Linha Amarela. Segundo informações da Polícia Militar, ninguém ficou ferido.
Em um carro em alta velocidade um grupo de homens armados efetuou vários disparos contra a cabine policial. Um dos tiros teria atravessado o vidro de proteção, porém nenhum policial que estava de plantão foi atingido. Alguns motoristas que passavam pela região entraram em pânico e tentaram voltar de marcha ré.
Policiais da Coordenadoria de Vias Especiais (CVE) reforçaram o policiamento na Linha Amarela e nas vias próximas. A Polícia Militar informou que policiais estão nas ruas à procura dos suspeitos que atacaram os policiais.
Na Rodovia Presidente Dutra, em um outro ponto da capital carioca, dois carros foram incendiados também por criminosos, segundo informações confirmadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação criminosa ocorreu volta das 22h, na pista expressa, sentido Centro, altura da Pavuna, no subúrbio do Rio. Não há informações de ferido.
Após uma da série de arrastões registrados no Rio nas últimas 24 horas, a Polícia Militar afirmou que reforçou o patrulhamento a partir da noite desta segunda.
Segundo a PM do Rio, aumentaram o número de ações nas ruas, como blitz. A ação é uma das medidas anunciadas pelas autoridades para reprimir os ataques.
A PM anunciou, ainda, que vai contar com o apoio do Batalhão de Choque (BPChoque) para fazer a segurança das vias expressas, principalmente próximo aos locais onde ocorreram os últimos ataques.
Há quase dois meses ocorreram os primeiros ataques mas as autoridades locais negaram a possibilidade dos crimes para não amedrontar a população.
Na Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu, no final de setembro foram três carros roubados e um homem feito refém.
Diante dos ataques, a PM do Rio passou a utilizar um helicóptero para ajudar no patrulhamento da cidade, desde o dia 8 de setembro. Além disso, 19 batalhões tiveram mudanças de comandante. No mesmo mês um ataque acabou com um motorista baleado. Mais uma vez foi anunciado reforço no policiamento.
Cinco carros foram incendiados e entre domingo (21) e segunda-feira (22) foram registrados mais seis ataques. A Secretaria Estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro ainda discute como reforçar o combate às quadrilhas. Pela primeira vez, as autoridades admitiram que pode se tratar de uma ação combinada pelos criminosos.
O secretário de Segurança Pública do Rio admitiu que um pequeno grupo de uma facção criminosa seria o responsável pela série de arrastões.
Disse também que a transferência de presos ligados ao tráfico de drogas de prisões no Rio de Janeiro para presídios federais podem ter desencadeados os incidentes registrados nos últimos dias.
O secretário descartou um pedido de ajuda ao governo federal para conter a onda de crimes do último fim de semana. Segundo ele, são ações pontuais que devem ser combatidas com reforço no policiamento e retomada de operações.
Porém afirmou que não pode garantir que os arrastões registrados nos últimos dias possam ser evitados no futuro. Explicou que a ocupação de territórios do tráfico é um processo demorado, outros grupos criminosos poderão se sentir prejudicados e reagir.
Garantir isso de certa forma é um blefe. Não há como garantir que não vai ter incidente em uma cidade de 12 milhões de pessoas, onde historicamente o tráfico se instalou. Temos que tentar buscar se antecipar. (O tráfico existe no Rio há 40 anos.)
Ainda segundo o coronel, os ataques que aconteceram nesta segunda, foram uma represália a ação realizada pelo 41º BPM na cracolândia, onde muitos usuários de crack foram detidos.
O Relações Públicas da Polícia MIlitar negou que haja suspeita de que os ataques em diferentes partes do Rio tenham sido orquestrados por uma mesma quadrilha.
"Já temos uma suspeita sobre um grupo que estaria novamente agindo na Zona Sul. Todos os dados estão sendo analisado pela área de inteligência da PM do Rio para que a gente possa colocar essas pessoas atrás das grades”, disse.
O crime aconteceu perto de um shopping e de um dos acessos à Linha Amarela. Segundo informações da Polícia Militar, ninguém ficou ferido.
Em um carro em alta velocidade um grupo de homens armados efetuou vários disparos contra a cabine policial. Um dos tiros teria atravessado o vidro de proteção, porém nenhum policial que estava de plantão foi atingido. Alguns motoristas que passavam pela região entraram em pânico e tentaram voltar de marcha ré.
Policiais da Coordenadoria de Vias Especiais (CVE) reforçaram o policiamento na Linha Amarela e nas vias próximas. A Polícia Militar informou que policiais estão nas ruas à procura dos suspeitos que atacaram os policiais.
Na Rodovia Presidente Dutra, em um outro ponto da capital carioca, dois carros foram incendiados também por criminosos, segundo informações confirmadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação criminosa ocorreu volta das 22h, na pista expressa, sentido Centro, altura da Pavuna, no subúrbio do Rio. Não há informações de ferido.
Após uma da série de arrastões registrados no Rio nas últimas 24 horas, a Polícia Militar afirmou que reforçou o patrulhamento a partir da noite desta segunda.
Segundo a PM do Rio, aumentaram o número de ações nas ruas, como blitz. A ação é uma das medidas anunciadas pelas autoridades para reprimir os ataques.
A PM anunciou, ainda, que vai contar com o apoio do Batalhão de Choque (BPChoque) para fazer a segurança das vias expressas, principalmente próximo aos locais onde ocorreram os últimos ataques.
Há quase dois meses ocorreram os primeiros ataques mas as autoridades locais negaram a possibilidade dos crimes para não amedrontar a população.
Na Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu, no final de setembro foram três carros roubados e um homem feito refém.
Diante dos ataques, a PM do Rio passou a utilizar um helicóptero para ajudar no patrulhamento da cidade, desde o dia 8 de setembro. Além disso, 19 batalhões tiveram mudanças de comandante. No mesmo mês um ataque acabou com um motorista baleado. Mais uma vez foi anunciado reforço no policiamento.
Cinco carros foram incendiados e entre domingo (21) e segunda-feira (22) foram registrados mais seis ataques. A Secretaria Estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro ainda discute como reforçar o combate às quadrilhas. Pela primeira vez, as autoridades admitiram que pode se tratar de uma ação combinada pelos criminosos.
O secretário de Segurança Pública do Rio admitiu que um pequeno grupo de uma facção criminosa seria o responsável pela série de arrastões.
Disse também que a transferência de presos ligados ao tráfico de drogas de prisões no Rio de Janeiro para presídios federais podem ter desencadeados os incidentes registrados nos últimos dias.
O secretário descartou um pedido de ajuda ao governo federal para conter a onda de crimes do último fim de semana. Segundo ele, são ações pontuais que devem ser combatidas com reforço no policiamento e retomada de operações.
Porém afirmou que não pode garantir que os arrastões registrados nos últimos dias possam ser evitados no futuro. Explicou que a ocupação de territórios do tráfico é um processo demorado, outros grupos criminosos poderão se sentir prejudicados e reagir.
Garantir isso de certa forma é um blefe. Não há como garantir que não vai ter incidente em uma cidade de 12 milhões de pessoas, onde historicamente o tráfico se instalou. Temos que tentar buscar se antecipar. (O tráfico existe no Rio há 40 anos.)
Ainda segundo o coronel, os ataques que aconteceram nesta segunda, foram uma represália a ação realizada pelo 41º BPM na cracolândia, onde muitos usuários de crack foram detidos.
O Relações Públicas da Polícia MIlitar negou que haja suspeita de que os ataques em diferentes partes do Rio tenham sido orquestrados por uma mesma quadrilha.
"Já temos uma suspeita sobre um grupo que estaria novamente agindo na Zona Sul. Todos os dados estão sendo analisado pela área de inteligência da PM do Rio para que a gente possa colocar essas pessoas atrás das grades”, disse.
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