terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Acusados de assassinar advogada Mércia estão foragidos

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A Justiça de Guarulhos, na Grande São Paulo, decidiu na tarde de hoje levar Mizael Bispo de Souza e Evandro Bezerra Silva a júri popular sob a acusação de assassinarem Mércia Nakashima, de 28 anos, em maio deste ano. Os réus serão julgados pelo crime por sete jurados escolhidos entre pessoas da sociedade. O ex-namorado da vítima e o vigia também tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz da 1ª Vara do Júri. O pedido havia sido feito pelo Ministério Público. Os dois, que estão soltos por força de liminares, terão de responder ao processo presos.
A sentença do magistrado foi divulgada hoje pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de SP. Cabe recurso.  Os réus negam o crime.
Policiais civis foram, assim que decretada a prisão, até a casa e ao escritório de Mizael em Guarulhos, mas não conseguiram localizá-lo.
Mizael tem 40 anos, é advogado, policial militar reformado, ex-namorado e ex-sócio de Mércia. Ele é apontado como o mentor do crime. Foi acusado de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima) e ocultação de cadáver. Segundo o Ministério Público, ele matou a advogada por ciúmes, já que não aceitava o fim do relacionamento.
Evandro, 39 anos, trabalhava como vigilante em feiras livres para Mizael, e teria ajudado o advogado a cometer o assassinato. Ele responde por homicídio duplamente qualificado (emprego de meio insidioso ou cruel e mediante recurso que tornou impossível a defesa da vítima) e ocultação de cadáver. De acordo com o promotor, o vigia foi denunciado como cumplice porque sabia das intenções homicidas de Mizael e aceitou colaborar com a prática do crime.

Goleiro Bruno é condenado pela Justiça do Rio de Janeiro


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O goleiro Bruno foi condenado hoje pela Justiça do Rio por cárcere privado, lesão corporal e constrangimento ilegal contra Eliza Samudio. Na sentença, o atleta foi condenado a cumprir 4 anos e 6 meses de prisão. Macarrão foi condenado apenas por cárcere privado, com pena de 3 anos.
Em 2009, a ex-amante do atleta registrou queixa na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, acusando-o de sequestro, agressão e ameaça. Segundo ela, a intenção seria obrigá-la a abortar um filho que seria dele. Bruno nega as acusações.
Os advogados que assumiram as defesas de Bruno e Macarrão no Rio, respectivamente, afirmaram que vão entrar com recurso ainda hoje.
Na sentença, o juiz da 1ª Vara Criminal de Jacarepaguá, disse que a "culpabilidade é exorbitante na medida em que se percebe que é absolutamente reprovável a conduta do réu, já que praticou os crimes que ensejaram a sua condenação com o propósito de se ver livre do status de pai que não desejava desempenhar".
Na decisão, o magistrado nega aos réus a possibilidade de recorrer em liberdade e cita a periculosidade dos dois, "diante das circunstâncias que envolveram os fatos narrados na denúncia, além dos acontecimentos posteriores, que culminaram no desaparecimento da vítima, bem como pela conveniência da instrução criminal, que ainda está em curso".

Parte do teto de Teatro desaba após premiação do Brasileirão

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Parte do teto do Teatro Municipal do Rio de Janeiro desabou no final da noite de ontem após o término da cerimônia de premiação para os melhores do Campeonato Brasileiro 2010, organizada pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Não houve registro de feridos.
Segundo testemunhas, o barulho gerado pela queda causou correria e pânico. A queda ocorreu em uma sala ao lado do hall de entrada do teatro.
O presidente Lula, que esteve presente na cerimônia, já havia deixado o local quando o incidente ocorreu.
Ninguém da organização do evento ou da assessoria do teatro foi encontrado para comentar o ocorrido.
O Teatro Municipal do Rio foi reaberto ao público em maio deste ano após passar dois anos e meio em reforma. A restauração teve um custo de cerca de R$ 65 milhões.