O governo do Rio de Janeiro anunciou ontem que investirá mais R$ 2,2 bilhões em obras de urbanização de favelas na segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), a partir do primeiro semestre do ano que vem.
Além de continuar com as obras do PAC 1 na Rocinha, no Complexo do Alemão e em Manguinhos, serão beneficiadas outras comunidades, como Mangueira, Batan, Jacarezinho, Mercado São Sebastião, Kelson's, Lins, Dona Marta, Juramento e Macacos, além de outras da Tijuca.
De acordo com o governo do Estado, R$ 1 bilhão será de recursos próprios e R$ 600 milhões de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Cerca de R$ 600 milhões já haviam sido garantidos pelo Ministério das Cidades.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Relatora volta atrás e não altera verbas do PAC na proposta de orçamento para 2011!!!
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| Foto ilustração |
Com a decisão da senadora, as verbas para o PAC no próximo ano voltam a ser de R$ 43,5 bilhões. A Comissão Mista de Orçamento (CMO) havia reduzido a dotação para R$ 40,1 bilhões. Para recompor a verba, a relatora remanejou R$ 3,4 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias) e da reserva de contingência (recursos destinados a situações de emergência) para o programa.
A proposta do Orçamento está sendo analisada pela Comissão Mista de Orçamento e a relatora acredita que o documento final será votado em plenário ãinda hoje, último dia de trabalho do Congresso Nacional em 2010.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que a presidente Dilma Rousseff não enfrentará problemas orçamentários no início do próximo ano, caso o Congresso Nacional não aprove o Orçamento.
Em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio da Alvorada, o ministro disse que alertou o presidente sobre o risco de a proposta não ser aprovada pelos parlamentares, mas tranquilizou-o de que há como custear as despesas e os principais investimentos do PAC.
Dilma anuncia mais nomes que vão compor sua equipe de governo!!!
A presidente eleita Dilma Rousseff, a 11 dias do novo governo, anunciou os nomes de Luiz Sérgio (Secretaria de Relações Institucionais), Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), Leônidas Cristiano (Portos) em sua equipe. A petista também confirmou a permanência de Jorge Hage na CGU (Controladoria-Geral da União)
Já o general José Elito Carvalho Siqueira irá substituir Jorge Armando Felix no Gabinete da Segurança Institucional.
Com as novas indicações, Dilma apresentou 35 ministros restando o Ministério do Desenvolvimento Agrário e a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. As pastas devem ser entregues ao PT.
Dilma convidou o deputado Luiz Sérgio na tarde de ontem para atender ao PT fluminense. O deputado é ligado ao ex- ministro José Dirceu (Casa Civil).
Em uma reunião de mais de duas horas, a petista também definiu o espaço do PSB acolhendo as indicações de Bezerra Coelho e Leônidas Cristino. Dilma surpreendeu o partido, no entanto, desistindo de integrar a Portos a pasta de Aeroportos, como era inicialmente esperado. O controle da aviação civil ficará com o Ministério da Defesa.
Já o general José Elito Carvalho Siqueira irá substituir Jorge Armando Felix no Gabinete da Segurança Institucional.
Com as novas indicações, Dilma apresentou 35 ministros restando o Ministério do Desenvolvimento Agrário e a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres. As pastas devem ser entregues ao PT.
Dilma convidou o deputado Luiz Sérgio na tarde de ontem para atender ao PT fluminense. O deputado é ligado ao ex- ministro José Dirceu (Casa Civil).
Em uma reunião de mais de duas horas, a petista também definiu o espaço do PSB acolhendo as indicações de Bezerra Coelho e Leônidas Cristino. Dilma surpreendeu o partido, no entanto, desistindo de integrar a Portos a pasta de Aeroportos, como era inicialmente esperado. O controle da aviação civil ficará com o Ministério da Defesa.
Operação 'Capa Preta' desmonta quadrilha de milicianos na Baixada Fluminense!!!
A operação Capa Preta desmontou uma quadrilha de milicianos que atuava no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, desde 2007. Ela é formada por dois vereadores, sendo um deles um policial militar reformado, 13 policiais militares, quatro ex-PMs, um comissário de Polícia Civil, um sargento do Exército, um sargento da Marinha e um ex-fuzileiro naval.
Outras duas pessoas foram presas em flagrante com munição e armas com numeração raspada e de procedência irregular, segundo o delegado Alexandre Capote, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco).
Dos 34 mandados de prisão, policiais da Draco já prenderam 25 pessoas. Outras nove ainda são procuradas. Na ação, também foram cumpridos 51 mandados de busca e apreensão, inclusive em gabinetes dos vereadores envolvidos da Câmara municipal de Caxias.
A prisão dos suspeitos de pertencer à milícia foi considerada um marco pelo subsecretário operacional da Polícia Civil Rodrigo Oliveira. Não só pelo fato de o grupo ser bem estruturado e agir desde 2007, mas principalmente por mostrar que não há diferença entre milicianos e traficantes.
Segundo a polícia, o grupo de milicianos preso ontem negociava armas com traficantes do Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio.
Segundo a polícia, a quadrilha é chefiada por dois vereadores e o filho de um deles. Um dos vereadores estava em casa, quando os agentes chegaram. O filho dele, um policial militar recém-formado, também foi preso no local.
Em Gramacho, também em Caxias, os agentes foram na casa de outro filho do vereador, também preso na ação. De acordo com as investigações, o outro político também tinha posição de chefia na organização criminosa, que, de acordo com a polícia, é a milícia mais antiga da região e atua em oito bairros da cidade.
Além da venda de armas, o grupo é acusado de homicídios, torturas, ameaças, exploração de moradores e de instalar sinais clandestinos de internet e TV a cabo. Os acusados negam os crimes.
Os presos vão responder por formação de quadrilha armada, que tem pena de até 12 anos de prisão. Os três líderes do grupo vão responder também por extorsão, cuja pena varia de 4 a dez anos de prisão.
Outras duas pessoas foram presas em flagrante com munição e armas com numeração raspada e de procedência irregular, segundo o delegado Alexandre Capote, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco).
Dos 34 mandados de prisão, policiais da Draco já prenderam 25 pessoas. Outras nove ainda são procuradas. Na ação, também foram cumpridos 51 mandados de busca e apreensão, inclusive em gabinetes dos vereadores envolvidos da Câmara municipal de Caxias.
A prisão dos suspeitos de pertencer à milícia foi considerada um marco pelo subsecretário operacional da Polícia Civil Rodrigo Oliveira. Não só pelo fato de o grupo ser bem estruturado e agir desde 2007, mas principalmente por mostrar que não há diferença entre milicianos e traficantes.
Segundo a polícia, o grupo de milicianos preso ontem negociava armas com traficantes do Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio.
Segundo a polícia, a quadrilha é chefiada por dois vereadores e o filho de um deles. Um dos vereadores estava em casa, quando os agentes chegaram. O filho dele, um policial militar recém-formado, também foi preso no local.
Em Gramacho, também em Caxias, os agentes foram na casa de outro filho do vereador, também preso na ação. De acordo com as investigações, o outro político também tinha posição de chefia na organização criminosa, que, de acordo com a polícia, é a milícia mais antiga da região e atua em oito bairros da cidade.
Além da venda de armas, o grupo é acusado de homicídios, torturas, ameaças, exploração de moradores e de instalar sinais clandestinos de internet e TV a cabo. Os acusados negam os crimes.
Os presos vão responder por formação de quadrilha armada, que tem pena de até 12 anos de prisão. Os três líderes do grupo vão responder também por extorsão, cuja pena varia de 4 a dez anos de prisão.
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