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Com a decisão da senadora, as verbas para o PAC no próximo ano voltam a ser de R$ 43,5 bilhões. A Comissão Mista de Orçamento (CMO) havia reduzido a dotação para R$ 40,1 bilhões. Para recompor a verba, a relatora remanejou R$ 3,4 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias) e da reserva de contingência (recursos destinados a situações de emergência) para o programa.
A proposta do Orçamento está sendo analisada pela Comissão Mista de Orçamento e a relatora acredita que o documento final será votado em plenário ãinda hoje, último dia de trabalho do Congresso Nacional em 2010.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que a presidente Dilma Rousseff não enfrentará problemas orçamentários no início do próximo ano, caso o Congresso Nacional não aprove o Orçamento.
Em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio da Alvorada, o ministro disse que alertou o presidente sobre o risco de a proposta não ser aprovada pelos parlamentares, mas tranquilizou-o de que há como custear as despesas e os principais investimentos do PAC.

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