Na noite desta segunda-feira (dia 22) mais uma cabine da Polícia Militar foi atacada no Rio de Janeiro, na Avenida Dom Hélder Câmara, na altura de Del Castilhos, no subúrbio da cidade.
O crime aconteceu perto de um shopping e de um dos acessos à Linha Amarela. Segundo informações da Polícia Militar, ninguém ficou ferido.
Em um carro em alta velocidade um grupo de homens armados efetuou vários disparos contra a cabine policial. Um dos tiros teria atravessado o vidro de proteção, porém nenhum policial que estava de plantão foi atingido. Alguns motoristas que passavam pela região entraram em pânico e tentaram voltar de marcha ré.
Policiais da Coordenadoria de Vias Especiais (CVE) reforçaram o policiamento na Linha Amarela e nas vias próximas. A Polícia Militar informou que policiais estão nas ruas à procura dos suspeitos que atacaram os policiais.
Na Rodovia Presidente Dutra, em um outro ponto da capital carioca, dois carros foram incendiados também por criminosos, segundo informações confirmadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação criminosa ocorreu volta das 22h, na pista expressa, sentido Centro, altura da Pavuna, no subúrbio do Rio. Não há informações de ferido.
Após uma da série de arrastões registrados no Rio nas últimas 24 horas, a Polícia Militar afirmou que reforçou o patrulhamento a partir da noite desta segunda.
Segundo a PM do Rio, aumentaram o número de ações nas ruas, como blitz. A ação é uma das medidas anunciadas pelas autoridades para reprimir os ataques.
A PM anunciou, ainda, que vai contar com o apoio do Batalhão de Choque (BPChoque) para fazer a segurança das vias expressas, principalmente próximo aos locais onde ocorreram os últimos ataques.
Há quase dois meses ocorreram os primeiros ataques mas as autoridades locais negaram a possibilidade dos crimes para não amedrontar a população.
Na Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu, no final de setembro foram três carros roubados e um homem feito refém.
Diante dos ataques, a PM do Rio passou a utilizar um helicóptero para ajudar no patrulhamento da cidade, desde o dia 8 de setembro. Além disso, 19 batalhões tiveram mudanças de comandante. No mesmo mês um ataque acabou com um motorista baleado. Mais uma vez foi anunciado reforço no policiamento.
Cinco carros foram incendiados e entre domingo (21) e segunda-feira (22) foram registrados mais seis ataques. A Secretaria Estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro ainda discute como reforçar o combate às quadrilhas. Pela primeira vez, as autoridades admitiram que pode se tratar de uma ação combinada pelos criminosos.
O secretário de Segurança Pública do Rio admitiu que um pequeno grupo de uma facção criminosa seria o responsável pela série de arrastões.
Disse também que a transferência de presos ligados ao tráfico de drogas de prisões no Rio de Janeiro para presídios federais podem ter desencadeados os incidentes registrados nos últimos dias.
O secretário descartou um pedido de ajuda ao governo federal para conter a onda de crimes do último fim de semana. Segundo ele, são ações pontuais que devem ser combatidas com reforço no policiamento e retomada de operações.
Porém afirmou que não pode garantir que os arrastões registrados nos últimos dias possam ser evitados no futuro. Explicou que a ocupação de territórios do tráfico é um processo demorado, outros grupos criminosos poderão se sentir prejudicados e reagir.
Garantir isso de certa forma é um blefe. Não há como garantir que não vai ter incidente em uma cidade de 12 milhões de pessoas, onde historicamente o tráfico se instalou. Temos que tentar buscar se antecipar. (O tráfico existe no Rio há 40 anos.)
Ainda segundo o coronel, os ataques que aconteceram nesta segunda, foram uma represália a ação realizada pelo 41º BPM na cracolândia, onde muitos usuários de crack foram detidos.
O Relações Públicas da Polícia MIlitar negou que haja suspeita de que os ataques em diferentes partes do Rio tenham sido orquestrados por uma mesma quadrilha.
"Já temos uma suspeita sobre um grupo que estaria novamente agindo na Zona Sul. Todos os dados estão sendo analisado pela área de inteligência da PM do Rio para que a gente possa colocar essas pessoas atrás das grades”, disse.
O crime aconteceu perto de um shopping e de um dos acessos à Linha Amarela. Segundo informações da Polícia Militar, ninguém ficou ferido.
Em um carro em alta velocidade um grupo de homens armados efetuou vários disparos contra a cabine policial. Um dos tiros teria atravessado o vidro de proteção, porém nenhum policial que estava de plantão foi atingido. Alguns motoristas que passavam pela região entraram em pânico e tentaram voltar de marcha ré.
Policiais da Coordenadoria de Vias Especiais (CVE) reforçaram o policiamento na Linha Amarela e nas vias próximas. A Polícia Militar informou que policiais estão nas ruas à procura dos suspeitos que atacaram os policiais.
Na Rodovia Presidente Dutra, em um outro ponto da capital carioca, dois carros foram incendiados também por criminosos, segundo informações confirmadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação criminosa ocorreu volta das 22h, na pista expressa, sentido Centro, altura da Pavuna, no subúrbio do Rio. Não há informações de ferido.
Após uma da série de arrastões registrados no Rio nas últimas 24 horas, a Polícia Militar afirmou que reforçou o patrulhamento a partir da noite desta segunda.
Segundo a PM do Rio, aumentaram o número de ações nas ruas, como blitz. A ação é uma das medidas anunciadas pelas autoridades para reprimir os ataques.
A PM anunciou, ainda, que vai contar com o apoio do Batalhão de Choque (BPChoque) para fazer a segurança das vias expressas, principalmente próximo aos locais onde ocorreram os últimos ataques.
Há quase dois meses ocorreram os primeiros ataques mas as autoridades locais negaram a possibilidade dos crimes para não amedrontar a população.
Na Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu, no final de setembro foram três carros roubados e um homem feito refém.
Diante dos ataques, a PM do Rio passou a utilizar um helicóptero para ajudar no patrulhamento da cidade, desde o dia 8 de setembro. Além disso, 19 batalhões tiveram mudanças de comandante. No mesmo mês um ataque acabou com um motorista baleado. Mais uma vez foi anunciado reforço no policiamento.
Cinco carros foram incendiados e entre domingo (21) e segunda-feira (22) foram registrados mais seis ataques. A Secretaria Estadual de Segurança Pública do Rio de Janeiro ainda discute como reforçar o combate às quadrilhas. Pela primeira vez, as autoridades admitiram que pode se tratar de uma ação combinada pelos criminosos.
O secretário de Segurança Pública do Rio admitiu que um pequeno grupo de uma facção criminosa seria o responsável pela série de arrastões.
Disse também que a transferência de presos ligados ao tráfico de drogas de prisões no Rio de Janeiro para presídios federais podem ter desencadeados os incidentes registrados nos últimos dias.
O secretário descartou um pedido de ajuda ao governo federal para conter a onda de crimes do último fim de semana. Segundo ele, são ações pontuais que devem ser combatidas com reforço no policiamento e retomada de operações.
Porém afirmou que não pode garantir que os arrastões registrados nos últimos dias possam ser evitados no futuro. Explicou que a ocupação de territórios do tráfico é um processo demorado, outros grupos criminosos poderão se sentir prejudicados e reagir.
Garantir isso de certa forma é um blefe. Não há como garantir que não vai ter incidente em uma cidade de 12 milhões de pessoas, onde historicamente o tráfico se instalou. Temos que tentar buscar se antecipar. (O tráfico existe no Rio há 40 anos.)
Ainda segundo o coronel, os ataques que aconteceram nesta segunda, foram uma represália a ação realizada pelo 41º BPM na cracolândia, onde muitos usuários de crack foram detidos.
O Relações Públicas da Polícia MIlitar negou que haja suspeita de que os ataques em diferentes partes do Rio tenham sido orquestrados por uma mesma quadrilha.
"Já temos uma suspeita sobre um grupo que estaria novamente agindo na Zona Sul. Todos os dados estão sendo analisado pela área de inteligência da PM do Rio para que a gente possa colocar essas pessoas atrás das grades”, disse.

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