O presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos informou na manhã de hoje, em entrevista coletiva, que dois funcionários supostamente envolvidos na megafraude que resultou no cancelamento ilegal de multas de trânsito foram desligados do quadro da empresa.
Um dos investigados, que tinha cargo de confiança na companhia, foi demitido em setembro, dias após a descoberta do esquema. A demissão do outro suposto envolvido, um funcionário público de carreira, ocorreu esta semana.
"O fato deles serem desligados da empresa não tem relação com a culpabilidade deles. Quem vai investigar se houve ou não crime é a Polícia Civil. Eles não fazem mais parte do corpo de funcionários da empresa porque ocupavam posições de confiança e foram negligentes", explicou o presidente da CET.
A fraude acontecia no sistema da CET de Santos/SP, por detentores de senhas pessoais e intransfiríveis, e os autos de infração de trânsito (AITs) bloqueados tinham o respaldo de mandados de segurança da Justiça determinando o cancelamento das multas. O problema é que esses mandados não existiam ou tinha data de expedição anteriores ao dia do registro dos AITs.
Os dois funcionários demitidos trabalhavam na Unidade de Assuntos Jurídicos da CET, departamento responsável pelo cancelamento das multas motivadas por esses mandados judiciais. Além deles, um terceiro empregado da CET, que também tinha senhas para realizar o procedimento, não foi desligado do quadro porque não foram encontrados indícios de irregularidades nos processos realizados por ele.
Desde que o esquema foi descoberto pela CET, em setembro deste ano, o procedimento para a baixa de multas foi reformulado, a fim de torná-lo mais seguro. Antes disso, para agilizar o trâmite dos processos, a Unidade de Assuntos Jurídicos tinha autonomia total para realizar essa transações.
Ou seja, um funcionário sozinho identificava o mandado como sendo legal e dava baixa no processo. "Agora, todos os casos precisam passar também pela avaliação de pessoas de um outro deparatamento da CET". Outro procedimento de segurança adotado pela companhia foi o cancelamento de todas as senhas do setor.
O presidente da CET explicou que a companhia é vítima dessa ação. "Foi a empresa que denunciou a fraude à Polícia Civil".
A CET também estuda formas e reativar os 7.070 autos de infração de trânsito retirados irregularmente do sistema informatizado da empresa. "Vamos buscar até o último centavo e imputar as pontuações aos motoristas infratores que tiveram suas multas canceladas irregularmente", disse o presidente da empresa. No entanto, segundo ele, isso só será possível ao final do inquério, pois será necessário acionar a Justiça e obter uma ordem judicial para cobrar dos motoristas beneficiados pela fraude.
A megafraude está sendo investigada pela Polícia Civil, com base em relatórios sigilosos elaborados pela Gerência de Processamento de Dados da CET apontando indícios de que 7.070 autos de infração de trânsito (AITs) foram apagados irregularmente do sistema informatizado da companhia.
A baixa irregular de multas do sistema da CET ocorria desde 5 de fevereiro de 2003. Em setembro deste ano, quando surgiu indício da fraude, o presidente da CET/Santos encomendou levantamento minucioso à Gerência de Processamento de Dados.
O sistema informatizado onde as multas estão registradas era acessado na empresa com uma senha pessoal e as infrações eram apagadas. O valor do rombo aos cofres da empresa ainda será apurado.
Um dos investigados, que tinha cargo de confiança na companhia, foi demitido em setembro, dias após a descoberta do esquema. A demissão do outro suposto envolvido, um funcionário público de carreira, ocorreu esta semana.
"O fato deles serem desligados da empresa não tem relação com a culpabilidade deles. Quem vai investigar se houve ou não crime é a Polícia Civil. Eles não fazem mais parte do corpo de funcionários da empresa porque ocupavam posições de confiança e foram negligentes", explicou o presidente da CET.
A fraude acontecia no sistema da CET de Santos/SP, por detentores de senhas pessoais e intransfiríveis, e os autos de infração de trânsito (AITs) bloqueados tinham o respaldo de mandados de segurança da Justiça determinando o cancelamento das multas. O problema é que esses mandados não existiam ou tinha data de expedição anteriores ao dia do registro dos AITs.
Os dois funcionários demitidos trabalhavam na Unidade de Assuntos Jurídicos da CET, departamento responsável pelo cancelamento das multas motivadas por esses mandados judiciais. Além deles, um terceiro empregado da CET, que também tinha senhas para realizar o procedimento, não foi desligado do quadro porque não foram encontrados indícios de irregularidades nos processos realizados por ele.
Desde que o esquema foi descoberto pela CET, em setembro deste ano, o procedimento para a baixa de multas foi reformulado, a fim de torná-lo mais seguro. Antes disso, para agilizar o trâmite dos processos, a Unidade de Assuntos Jurídicos tinha autonomia total para realizar essa transações.
Ou seja, um funcionário sozinho identificava o mandado como sendo legal e dava baixa no processo. "Agora, todos os casos precisam passar também pela avaliação de pessoas de um outro deparatamento da CET". Outro procedimento de segurança adotado pela companhia foi o cancelamento de todas as senhas do setor.
O presidente da CET explicou que a companhia é vítima dessa ação. "Foi a empresa que denunciou a fraude à Polícia Civil".
A CET também estuda formas e reativar os 7.070 autos de infração de trânsito retirados irregularmente do sistema informatizado da empresa. "Vamos buscar até o último centavo e imputar as pontuações aos motoristas infratores que tiveram suas multas canceladas irregularmente", disse o presidente da empresa. No entanto, segundo ele, isso só será possível ao final do inquério, pois será necessário acionar a Justiça e obter uma ordem judicial para cobrar dos motoristas beneficiados pela fraude.
A megafraude está sendo investigada pela Polícia Civil, com base em relatórios sigilosos elaborados pela Gerência de Processamento de Dados da CET apontando indícios de que 7.070 autos de infração de trânsito (AITs) foram apagados irregularmente do sistema informatizado da companhia.
A baixa irregular de multas do sistema da CET ocorria desde 5 de fevereiro de 2003. Em setembro deste ano, quando surgiu indício da fraude, o presidente da CET/Santos encomendou levantamento minucioso à Gerência de Processamento de Dados.
O sistema informatizado onde as multas estão registradas era acessado na empresa com uma senha pessoal e as infrações eram apagadas. O valor do rombo aos cofres da empresa ainda será apurado.

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