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| Foto: Internet |
Pela manhã de hoje, o governador Sérgio Cabral Filho disse que "não vai tolerar abusos" por parte de maus policiais e que todos, quando descobertos, serão punidos até com expulsão.
De acordo com o padre, que tem 48 anos, cinco deles vividos à frente da igrejinha, os policiais usaram a capela “como ponto de observação”, pois fica em uma parte alta da comunidade.Apesar das críticas, o padre afirmou que nada foi levado do local. No fim da tarde, ele mostrou o estado da capela: fechaduras haviam sido quebradas, portas estavam arrombadas, armários, a cozinha da igreja e uma sala que servia como espécie de almoxarifado estavam revirados. Os bancos de madeira onde se sentam os fiéis foram derrubados.
Barnabé contou que a primeira invasão foi domingo, dia em que a polícia invadiu o morro, e a segunda, teria ocorrido na manhã desta terça.
| Foto: Ilustrativa - Internet |
Barnabé denunciou seu caso diretamente à Defensoria Pública do Rio, que montou um “escritório” na entrada do Alemão para “garantir a cidadania a todos”, disse o defensor Denis Sampaio, coordenador das ações no local. Segundo um balanço da Defensoria, entre 15 e 18 horas, foram realizados 30 atendimentos. Um deles foi o do padre. “Ele falou que os policiais entraram na igreja de forma truculenta e uma senhora disse que jogaram água nela”, contou Sampaio.
O defensor Leonardo Guida informou que apenas algumas das denúncias dos moradores do Alemão têm a ver com a operação. “Tem comerciante que precisa sair com dinheiro para fazer pagamentos e não consegue passar pelo bloqueio.” Nas ruas de acesso ao Alemão, policiais e militares do Exército revistam homens e mulheres.

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