segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Novo advogado acaba de assumir defesa do goleiro


O advogado paranaense Cláudio Dalledone acaba de divulgar na imprensa que daqui para frente assume a defesa do goleiro Bruno Souza. Afirma ter saído há pouco da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde o goleiro está preso, e que a partir de agora ele será advogado exclusivo de Bruno.
Dalledone era um dos três defensores de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, braço direito do goleiro e também réu no processo sobre o sumiço de Eliza Samudio.  Disse ainda que acabou de saber que o advogado Ércio Quaresma se afastou do caso e por isso assumiu a defesa do réu. Informou ainda que está deixando a defesa de Macarrão.
O conselho de Ética e Disciplina da OAB-MG (Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais) também anunciou nesta segunda-feira (22) que o julgamento do advogado Ércio Quaresma será no próximo dia 30. O mesmo poderá ser suspenso preventivamente pela OAB/MG por ter assumido ser viciado em crack e flagrado consumindo a droga em uma boca-de-fumo na capital mineira.
As imagens foram divulgadas pela rede de TV SBT semana passada e mostram um homem com características físicas semelhantes às do advogado fumando cachimbo de crack na noite do dia 29 de outubro.
Segundo a OAB/MG, a sessão será iniciada às 14h “com ou sem a presença do representado”. Ainda conforme nota emitida hoje pelo órgão, a audiência será a portas fechadas e o resultado será comunicado, “imediatamente” ao advogado Ércio Quaresma e “às autoridades”.
Atual advogado de Bruno,
Cláudio Dalledone
Caso seja suspenso, Quaresma não poderá exercer a função de advogado pelo prazo em que o procedimento estiver sendo analisado. De acordo com o presidente da OAB-MG o período pode variar de 4 a 6 meses.
"A comissão de Ética da OAB-MG vai analisar a possibilidade ou não de ser aplicada uma suspensão preventiva ao advogado. A suspensão pode valer até que seja feito o julgamento do processo disciplinar, que já está aberto e que varia de quatro a seis meses". Ao final do processo, caso o ex-advogado de Bruno seja considerado culpado das acusações, as sanções previstas são: censura, suspensão ou expulsão da da OAB-MG.

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