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A polícia do Rio do Janeiro juntamente com as Forças Armadas vão manter hoje a estratégia de ocupação das favelas dominadas pelo tráfico. As operações em morros e favelas têm o objetivo de coibir a série de ataque e incêndios em veículos registrada desde domingo (dia 21).
Por volta das 10 horas desta sexta-feira, duas retroescavadeiras do Bope (Batalhão de Operações Especiais) conhecidas como Robocop, um guindaste, três carros Clanfi (lagarto-anfíbio) e três tanques M133 saíram do 16º Batalhão da Polícia Militar em Olaria, no Rio de Janeiro, em direção à Vila Cruzeiro.
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Ontem, durante operação da polícia, imagens da GloboNews mostraram traficantes da Vila Cruzeiro fugindo pela parte alta da favela em direção a uma comunidade vizinha, no Complexo do Alemão.
Os veículos especializados também devem ser usados para a retirada de carros que foram queimados e ainda estão nas ruas da região, assim como outros obstáculos.
Lá pelas 9 horas, dois outros tanques da Marinha e um veículo blindado (conhecido como Caveirão) do Bope seguiram em direção à Vila Cruzeiro com o mesmo objetivo. Eles seguiram por uma via conhecida como subida da Pedreira, que dá acesso aos fundos da favela.
Na Vila Cruzeiro o clima hoje é de tranquilidade. O comércio está aberto e policiamento é forte nas ruas. Alguns veículos queimados continuam no local.
Os moradores elogiam a atuação da polícia. "Já deviam ter feito isso há muito tempo", disse um deles, que não quis se identificar.
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Os outros tanques da Marinha, que ajudam o trabalho da polícia no Rio, permanecem no 16º Batalhão da Polícia Militar, em Olaria, que fica próximo ao Complexo do Alemão, para onde traficantes da Vila Cruzeiro fugiram ontem. Por volta das 7h30, pelo menos cinco carros da Polícia Federal e agentes da Polícia Civil ocupam algumas entradas do Complexo do Alemão, na estrada do Itararé.
A movimentação de pessoas na região é aparentemente normal. Durante a saída dos veículos em direção à Vila Cruzeiro, curiosos tiravam fotos e se aglomeravam no local.
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