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Os dados integram a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, levantamento feito com 38 mil pessoas residentes nas 26 capitais e no Distrito Federal e mostra que a saúde bucal do brasileiro melhorou, mas há ainda o que ser feito.
Uma boa notícia é que o Brasil passa a integrar o grupo de países com baixa prevalência de cárie. O indicador, batizado de CPO (sigla para dentes cariados, perdidos e obturados), que em 2003 era de 2,8, caiu em 2010 para 2,1. Para ser considerado de baixa prevalência, o País precisa apresentar um indicador menor que 2,6.
Na América Latina, o Chile apresenta um indicador melhor que o Brasil: 1,9. No entanto, Argentina tem desempenho pior: 3,4. Europa tem um índice médio de 1,6. Países escandinavos, menos de 0,8, segundo o coordenador da pesquisa, Angelo Giuseppe Roncalli da Costa. A comparação é feita sempre na faixa etária de 12 anos.
O coordenador explica que a queda apresentada pelo Brasil no período foi bastante significativa.
Na população com idade entre 35 a 44 anos, o índice de CPO está muito acima do que seria considerado adequado. Nessa faixa etária, o CPO caiu 19%, passando de 20,1 para 16,3.
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