quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Políticos mostrando a 'cara'!!! Que País é este???Vergonha nacional!!!

A Câmara já tinha aprovado o reajuste para os salários dos parlamentares, indo para o Senado não poderia ser diferente!!!
Enfim, vamos aos fatos... O projeto que eleva o salário dos parlamentares, do presidente, do vice e dos ministros de Estado para R$ 26,7 mil, a partir de 1º de fevereiro de 2011 também foi aprovado pelo Senado. Grandeee novidade né? Alguém tinha dúvida que não seria?.
Ahhh... A proposta não precisa passar pela Presidência da República por se tratar de decreto legislativo.
A matéria foi aprovada em menos de 10 minutos de discussão. Quer dizer, nem discutiram...rs
Apesar de discutida nos bastidores há meses (o que duvido muuuuito!), a tramitação oficial se deu a “toque de caixa”. A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados se reuniu pela manhã, aprovou a urgência do tema (279 votos favoráveis, 35 contra e 3 abstenções). Depois encaminhada ao Senado no mesmo dia.    
O projeto pretende equiparar os salários do Executivo e do Legislativo ao do Judiciário. Os vencimentos dos deputados e senadores terão um reajuste de 61,8%, atualmente em R$ 16,5 mil. Já para o presidente da República e para o vice, o reajuste é de 133,9% em relação ao atual salário de R$ 11,4 mil; os ministros recebem hoje R$ 10,7 mil.
Os parlamentares, o presidente, o vice e os ministros estão sem reajuste desde 2007. A inflação no período, porém, foi inferior a 20%.
A senadora Marina Silva (PV-AC) e o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) apresentaram suas manifestações contrárias à proposta. Finalmente alguém se opôs... E a Marina não ganhou...ok! Inteligente o povo...
O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), disse que o reajuste deveria ser acompanhado da redução da verba indenizatória. Já a parlamentar do PV seguiu a sugestão do PSOL de que o aumento salarial fosse equivalente apenas igual a inflação nos últimos três anos (inferior a 20%), data em que houve o último reajuste.
Antes da votação em plenário, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), evitou comentar o assunto. É lógico...

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