sábado, 11 de dezembro de 2010

Polícia pede quebra de sigilo telefônico de suspeitos de matar prefeito

A polícia pediu a quebra de sigilo telefônico dos quatro suspeitos de participarem do assassinato do prefeito de Jandira (Grande SP), Walderi Braz Paschoalin (PSDB). O objetivo é tentar identificar qual foi a motivação do homicídio e quem foram os mandantes do crime.
O prefeito e o segurança dele, Wellington Martins, o Geléia, foram baleados por dois homens na manhã de quinta-feira (dia 9) quando chegavam à rádio Astral FM, onde Paschoalin tinha um programa semanal. O segurança está internado no Hospital das Clínicas, em estado grave.
O prefeito, que cumpria seu terceiro mandato, morreu minutos depois de levar ao menos 13 tiros de fuzil e de submetralhadora. As armas não foram encontradas.
Segundo o delegado que cuida do caso, os suspeitos pertencem à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) e já estiveram presos por roubo e tráfico de drogas. Os quatro tinham resíduos de pólvora nas mãos, o que indica que usaram armas recentemente.
Um dos suspeitos também é acusado de participar da tentativa de assalto a uma filha de Paschoalin, em setembro. Nas mãos dele, havia indícios do combustível que, segundo a polícia, seria utilizado para incendiar o veículo usado pelos criminosos na fuga. Esse carro, foi encontrado minutos após o crime encharcado de gasolina, mas sem ser incendiado.
Os quatro suspeitos foram transferidos para o presídio de Carapicuíba. Por orientação de seus advogados, nenhum deles quis dar declarações à polícia.

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