| Foto: Internet |
“Já entramos, a posição já está tomada. Agora é uma questão de paciência e de muito cuidado", afirmou ele. "Agora é o trabalho de paciência. Apenas conquistamos o terreno. O trabalho mais pensativo vem agora", disse o homem que coordena uma operação que envolve as polícias Militar, Civil, Federal e Forças Armadas.
"Não vai ter um lugar deste complexo que não vá ser verificado. Temos todas as suspeitas do mundo de que há muita gente aí daqueles que quiseram fugir. Até o momento eles preferiram fugir do combate. O que não significa que eles não estejam preparando posições para uma armadilha para as nossas tropas."
Os policiais trabalham com suspeita de que os criminosos estão armados também com dinamite, roubada de uma pedreira da região. Há barricadas e buracos de óleo diesel, para fazer cortina de fumaça contra as forças de segurança.
| Foto: Sergio Moraes\Reuters |
O comandante afirmou ainda que as informações das forças de segurança ainda não chegaram em grande número, mas garantiu que já foram apreendidas armadas e munições, inclusive balas de metralhadora ponto 50, que, em tese, é usado pela Marinha. Por causa do risco, o objetivo das tropas é estacionar em alguma posição dentro do morro para posicionar o batalhão e fazer a varredura na região.
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